DIAGNÓSTICO DAS VISITAS A UNIDADES DE ACOLHIMENTO

18 de Fevereiro de 2020

A Comissão da Infância e Adolescência está elaborando um documento com contribuições a fim de melhorar o trabalho de entidades de acolhimento infantojuvenil


A deputada Érika Amorim (PSD) informou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (18/02), que a Comissão da Infância e Adolescência da Casa está elaborando um documento com contribuições a fim de melhorar o trabalho de entidades de acolhimento infantojuvenil.

A parlamentar ressaltou que, em 2019, o colegiado promoveu um ciclo de visita a unidades de acolhimento em Fortaleza e Região Metropolitana. Foram visitadas 19 instituições, além do Hospital Filantrópico Sociedade de Assistência e Proteção à Infância de Fortaleza (Sopai) e a Associação Peter Pan, que atua em parceria com o Hospital Infantil Albert Sabin, do Governo do Estado.

“É importante destacar que as responsabilidades legais dos acolhimentos institucionais são ainda maiores que dos pais biológicos. Cabe às entidades o apoio às famílias para que tenham a capacidade de receber os filhos de volta ao lar e voltar a conviver com a comunidade”, pontuou.

Érika Amorim alertou para a dificuldade que muitos municípios enfrentam com a falta de unidades de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade, e os que possuem necessitam de treinamento aos profissionais. “Nossa proposta com esses dados coletados é fornecer o auxílio necessário para o cuidado com as crianças e adolescentes abrigados, pois são hipervulneráveis socialmente. Nos acolhimentos geridos pelo Estado e município, a capacitação do pessoal deve ser fortalecida e ampliada”, afirmou.

A deputada destacou que a Comissão já realiza, na Casa, palestras para toda a rede de acolhimento, entre outras atividades de capacitação. A deputada Érika Amorim (PSD) informou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (18/02), que a Comissão da Infância e Adolescência da Casa está elaborando um documento com contribuições a fim de melhorar o trabalho de entidades de acolhimento infantojuvenil.

A parlamentar ressaltou que, em 2019, o colegiado promoveu um ciclo de visita a unidades de acolhimento em Fortaleza e Região Metropolitana. Foram visitadas 19 instituições, além do Hospital Filantrópico Sociedade de Assistência e Proteção à Infância de Fortaleza (Sopai) e a Associação Peter Pan, que atua em parceria com o Hospital Infantil Albert Sabin, do Governo do Estado.

“É importante destacar que as responsabilidades legais dos acolhimentos institucionais são ainda maiores que dos pais biológicos. Cabe às entidades o apoio às famílias para que tenham a capacidade de receber os filhos de volta ao lar e voltar a conviver com a comunidade”, pontuou.

Érika Amorim alertou para a dificuldade que muitos municípios enfrentam com a falta de unidades de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade, e os que possuem necessitam de treinamento aos profissionais. “Nossa proposta com esses dados coletados é fornecer o auxílio necessário para o cuidado com as crianças e adolescentes abrigados, pois são hipervulneráveis socialmente. Nos acolhimentos geridos pelo Estado e município, a capacitação do pessoal deve ser fortalecida e ampliada”, afirmou.

A deputada destacou que a Comissão já realiza, na Casa, palestras para toda a rede de acolhimento e outras atividades de treinamento. “Temos ainda nosso canal no Youtube para levar ainda mais conhecimento para essas instituições. Firmamos aqui nosso compromisso com a qualificação desses profissionais”, disse.

De acordo com a parlamentar, um dos assuntos mais abordados pelo colegiado foi o “apadrinhamento” de crianças e adolescentes, que pode ser afetivo, financeiro e de prestação de serviço. “Chamo atenção para o importante trabalho desenvolvido pelo grupo de adoção Acalanto Fortaleza. E reforçamos ainda o diálogo mais próximo com o Executivo, em especial com a primeira-dama, Onélia Santana, e da secretária de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos humanos, Socorro França, que recebem sempre muito bem nossos pleitos”, agradeceu.

De acordo com a parlamentar, um dos assuntos mais abordados pelo colegiado é o de “apadrinhamento” de crianças e adolescentes, que pode ser afetivo, financeiro e de prestação de serviço. “Chamo atenção para o importante trabalho desenvolvido pelo grupo de adoção Acalanto Fortaleza. E reforçamos ainda o diálogo mais próximo com o Executivo, em especial com a primeira-dama, Onélia Santana, e da secretária de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos humanos, Socorro França, que recebem sempre muito bem nossos pleitos”, agradeceu.


APOIO

Para Érika Amorim, o diagnóstico é fruto de uma abordagem, que objetiva atuar no intuito de reforçar a garantia de proteção às crianças e adolescentes e de ajudar a colocar em pauta temas essenciais "para minimizar os efeitos negativos deste período, que deveria ser passageiro na vida destas crianças".

A deputada aproveitou para enaltecer o trabalho realizado pelo  promotor de justiça Luciano Tonet, titular da 6ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude, a 77ª Promotoria de Fortaleza. Segundo ela, Tonet foi  pessoalmente ao seu gabinete para o fechamento do levantamento). "Wueremos prestar uma contribuição do Poder Legislativo para este público. Nossa proposta, com a posse de dados coletados in loco, é a melhoria da condição de vida de tantas crianças e adolescentes abrigados", informou.